
Autor:
Redação
Seção:
Charge & cartum
Publicado em:
3 de Junho de 2026
Tempo de leitura:
2 minutos
O deputado Flávio Bolsonaro, em uma breve reuniâo com o presidente Trump, consegue vender o Brasil para os EUA (arte: Guto Camargo)
Para eles, trair e fotografar é só começar!
Por: Redação
No dia 26 de maio Flávio Bolsonaro, Deputado Federal pelo Partido Liberal, esteve com Donald Trump, presidente dos Estados Unidos da América, no salão Oval da Casa Branca. A reunião foi breve, durou cerca de 10 minutos e não constava da agenda oficial, mas foi suficiente para que tirassem uma foto que foi amplamente divulgada nas redes sociais bolsonaristas.
O objetivo da visita era exatamente este; propagandear uma suposta intimidade com o presidente dos EUA, o que, em sua vã filosofia serviria para alavancar sua pré-campanha política a presidência da república. Mas deu errado e as consequências desastrosas vieram nos dias seguintes.
Após o encontro o governo norte-americano declarou os grupos criminosos PCC e CV como organizações terroristas, o que, segundo a doutrina imperialistas dos EUA o autorizaria a intervir em qualquer país soberano com o objetivo de combater estas organizações, o que foi usado como pretexto na Venezuela quando, sabemos muito bem, o interesse é o controle das reservas de petróleo do país..
Outra medida com forte impacto interno para o Brasil foi, na mesma data, a divulgação de um 'tarifaço" que aumenta as taxas de importação dos produtos brasileiros para 25% e, por fim, a ameaça contra o uso do Pix, que está causando prejuízo aos cartões Visa e Mastercard.
Toda esta tragédia serviu para comprovar, sem deixar qualquer dúvida, que Flávio Bolsonaro é um traidor da pátria, crime previsto em lei. A única coisa boa que saiu desta porcaria toda foram as charges políticas da equipe da Revista Pirralha.















