As revistas impressas da Pirralha estão disponíveis no Sebo Cultural Angelo Agostini

Quadrinhos

As histórias em quadrinhos e seus criadores através do tempo

Os amores de Odair José chegam agora ao Gibi

Redação

Odair José tem mais de 50 anos de carreira musical e já vendeu mais de 80 milhões de discos. Sua música romântica e de forte apelo popular fez com que ele fosse classificado como "brega", Com a obra recentemente valorizada pelas novas gerações da MPB ele agora chega às histórias em quadrinhos

A arte da palhaçaria nas histórias em quadrinhos

Redação

Os palhaços vieram do circo, chegaram ao cinema, rádio, TV e também frequentaram as histórias em quadrinhos. Diversos países homenageiam a arte da palhaçaria dedicando um dia em sua memória. Além dos pioneiros que fizeram a história circense brasileira temos um grupo surgido diretamente nas HQs

Mostra homenageia o quadrinhista José Kimura

Redação

Maringá homenageia com uma exposição um de seus filhos ilustres; o quadrinhista José Kimura que trabalhou nos grandes estúdios que produziam HQs para alimentar a expressiva venda nas bancas. A curadoria da mostra é do chargista Bira Dantas que trabalhou com Kimura nos anos de 1970 e 80

Chega ao mercado um novo gibi do gênero “terrir”

Redação

A Ink&Blood revivendo o tempo das bancas quando os gibis tinham preços acessíveis e eram vistos em suas prateleiras em grande quantidade apresenta o gibi de humor; TERRIR, com participação de integrantes da Revista Pirralha. O lançamento acontece em São Paulo dia 7/12 na choperia Jaysenberg

Ignácio Justo, piloto de quadrinhos e aeronaves

Colaboradores

Dois desenhistas da Revista Pirralha lembram seus momentos com o artistas e prestam suas homenagens ao quadrinhista Ignácio Justo (1932 - 2024), um mestre que participou da fase de ouro das editoras que publicavam HQs nacionais na década de 1960 quando ficou conhecido pelas histórias de guerra

Missão: oficializar o Dia do Quadrinho Nacional!

Redação

A deputada Juliana Cardoso organizou e os quadrinhistas Laerte Coutinho, Rick Goodwin , Geuvar de Oliveira,, Bira Dantas, JAL (José Alberto Lovetro), Daniela Baptista e Daniel Esteves participaram da audiência pública onde defenderam a criação do Dia do Quadrinho Nacional e o pioneirismo do Brasil na área

Tem início a jornada do herói nos quadrinhos

Guto Camargo

Até os anos de 1920 os quadrinhos eram histórias cômicas, mas a coisa começou a mudar quando Roy Crane criou em 1924 o pequeno Wash Tubbs (Tubinho no Brasil). Inicialmente tratava-se de mais uma tira cômica mas o autor alterou o enredo e ela se tornou a primeira HQ de aventura com herói fixo.

Um ativista cultural de nome Ziraldo

Redação

Durante o governo de José Sarney, Ziraldo foi presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte) e criou um projeto de valorização dos quadrinhos e das artes gráficas brasileiras. Quem relata este período, em texto exclusivo para a Revista Pirralha, é o jornalista Rick Goodwin, parceiro nesta empreitada.

Adolfo Aizen traz os super-heróis ao Brasil

Guto Camargo

Em14 de março de 1934 o jornal A Nação trazia uma novidade para os leitores; o Suplemento Infantil que introduziu os "comics" dos heróis americanos no Brasil. O responsável pela publicação (que passaria a ser Suplemento Juvenil) foi Adolfo Aizen, homenageado pelo seu pioneirismo

Ramona Fradon; uma pioneira no universo da DC

Guto Camargo

A indústria dos quadrinhos é um ambiente dominado por homens e poucas mulheres conseguem se impor. Ramona Fradon foi uma delas. Ingressando na DC nos anos de 1950 teve uma carreira longeva e faleceu aos 97 anos em 24 de fevereiro, por isso a Revista Pirralha a homenageia no mês da Mulher

Cartunear e quadrinhar em modo feminino

Redação

Crau, uma das desenhistas que desbravou o mercado a partir dos anos de 1970, lembra sua trajetória e analisa o trabalhos das mulheres nas HQs e nos cartuns. Crau, que foi editora de uma publicação pioneira para as mulheres desenhistas aconselha; publiquem mais cartuns e quadrinhos feito por mulheres

Autora de quadrinhos luta pela publicação

Redação

Dadí, ilustradora e quadrinhista, publicou gibis em editoras comerciais (Escala) e tiras em jornais diários (Correio Popular de Campinas). Neste depoimento para a Revista Pirralha ela analisa, a partir de sua trajetória, o mercado editorial das HQs e abre as comemorações do mês da Mulher na Pirralha

O tempo em que se vendia gibi nas bancas

Guto Camargo

A indústria de quadrinhos viveu um bom momento em meados da década de 1950, 60 e metade dos anos 1970 com muitos gibis vendidos em banca, Mas a crise econômica dos anos de 1980 e 90 afetou a venda de quadrinhos, títulos foram cancelados. editoras fecharam e o mercado ainda não se recuperou

Walmir Amaral, o criador brasileiro do Fantasma

Redação

O Brasil perdeu no dia 10 de janeiro, aos 84 anos, Walmir Amaral, um dos últimos grandes representantes do período de ouro dos gibis brasileiros. Desenhista autodidata, na década de 1950 foi contratado como assistente de arte na Rio Gráfica Editora (RGE) onde se notabilizou desenhando O Fantasma

A arte do desenho a bico de pena ainda resiste

Guto Camargo

Antigamente a arte final dos desenhos destinados a impressão era feita com pincéis ou penas de aço; o chamado “bico de pena”. Fabricadas em diversos tamanhos e formas as penas permitem variar a espessura e a leveza das linhas e se mostraram um instrumento adaptado para o desenho de cartuns e HQs.

As ligações brasileiras de Carlo Ambrosini

Redação

Carlo Ambrosini, um desenhista que marcou seu nome nos quadrinhos italianos morreu aos 69 anos no dia 1º de novembro. O artista tinha uma grande ligação com o Brasil pois era casado com a ilustradora gaúcha Lu Vieira e tinha vários amigos no país, principalmente em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

O artista que faz história no quadrinho

Colaboradores

Watson Portela marcou com seu trabalho as décadas de 1980 e 90 quando a produção de quadrinhos nacional ocupava um lugar privilegiado nas bancas de jornais. Por ocasião do seu aniversário o colaborador da Revista Pirralha, Bira Dantas, presta homenagem ao colega em depoimento para o site.

Tio Donald e seus sobrinhos indígenas

Guto Camargo

Lendas e mitos servem como referência para a criação de heróis nos quadrinhos. A presença desta base mítica nas narrativas dos quadrinhos poderia fazer desta linguagem um campo interessante para estudos antropológicos, mas na prática isto pouco acontece e parece que antropólogo não lê gibi.

A aventura de editar um gibi no Brasil

Colaboradores

Rodolfo Zalla, nascido na Argentina, após marcar presença nos quadrinhos brasileiros desde 1963 cria a Editora D-Arte em 1981 e publica duas das mais importantes revistas do gênero terror no Brasil. Mestres do Terror e Calafrio, que formaram leitores e artistas e circulam até hoje pela editora Ink&Blod

O balão chega aos quadrinhos brasileiros

Guto Camargo

Este é segundo texto sobre a história do surgimento do balão de fala nos quadrinhos, esta parte analisa o seu surgimento no Brasil no início do século XX pelas páginas da revista O Tico-tico, uma publicação que apesar de priorizar o recurso de legenda abaixo do quadro abriu espaço para os balões.

A busca do balão perdido nos quadrinhos

Guto Camargo

O balão de fala é um dos elementos mais característicos das histórias em quadrinhos. Dependendo da forma como se apresenta ele pode indicar uma conversa em tom amigável, um grito, um sussurro e até mesmo o pensamento do personagem; mas a data de seu aparecimento não é muito clara.